Cida, como gosta de ser chamada, é daquelas pessoas que estão além do seu tempo. É uma alma evoluída, em sintonia com os princípios evolutivos e harmônicos da humanidade. Com um desejo aguçado de ajudar as pessoas, ela dedica a sua capacidade extraordinária, na ajuda do indivíduo em busca da paz interior, no encontro com a própria consciência, a auto-estima e o conhecimento das condições de superação de problemas aparentemente intransponíveis.
A descoberta de sua capacidade sensitiva ocorreu na infância. Era uma criança, extremamente inteligente, com um sentido aguçado.
Em sua adolescência, Cida foi uma pessoa admirada pela sua capacidade de aconselhar e de mostrar às pessoas o melhor caminho a seguir. Fazia aquilo pelo prazer de ajudá-las.
Foi, no entanto, na fase adulta que desenvolveu uma linha de trabalho mais consistente apoiada nas teorias que permitem a interação do paciente em seu tratamento, culminando em uma ação mais humanista e espiritualizada. O convívio com grandes pensadores no estudo da mente mais recentes também influenciaram a formação do método de trabalho.
O trabalho que ela realiza não decorre de práticas baseadas em jogos e a aleatoriedade que as permeia. As respostas dadas não residem em um ato adivinhatório. O cliente ao ser tratado recorre a sua interioridade. Como ela mesma diz: "sou uma sensitiva que utiliza técnicas evoluídas, meu trabalho traduz-se na adequação dessa capacidade milenar aos dias atuais e seu desenvolvimento para o futuro".